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terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Ministério Público Federal vai apurar trotes violentos em Fernandópolis

O Ministério Público Federal enviou nesta terça-feira (2) um ofício à Unicastelo, em Fernandópolis, a 553 km de São Paulo. Na segunda-feira (1), estudantes da universidade aplicaram um trote violento num calouro do curso de veterinária. O estudante foi obrigado a beber álcool combustível.








O calouro de 18 anos, que não quis se identificar, teve suas roupas rasgadas, foi obrigado a consumir vodca e pinga. Alunos do quinto período de veterinária, que organizaram o trote, são acusados ainda de ter dado tapas na cara dele e passado veneno contra carrapatos no corpo do jovem.



Segundo o delegado Gerson Piva, responsável pelo caso, os envolvidos no trote violento podem ser indiciados por constrangimento ilegal, injúria grave e lesão corporal. A Unicastelo informou que também irá apurar o caso e os envolvidos poderão ser expulsos da universidade. A instituição afirmou ainda que só apóia trotes culturais e solidários.







Em 2009, o MPF já havia recomendado que faculdades tomassem providencias contra trotes. O procurador da República Thiago Lacerda Nobre, responsável pelo procedimento, também enviou ofício à Delegacia Seccional de Fernandópolis em que pede informações sobre as providências adotadas, no âmbito policial, para apuração do que aconteceu com o estudante.







No documento, o procurador pede que a polícia remeta à Procuradoria da República em Jales cópia integral dos procedimentos e de documentos que possam auxiliar o procedimento investigativo do MPF.







A assessoria de imprensa da Unicastelo informou que deve abrir uma sindicância para apurar o caso

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